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Família no colo

dez 12 2011

Mediante as dificuldades cotidianas de se educar os filhos, vê-se a necessidade de agir com maior rigor, utilizando-se de um planejamento a ser compreendido e discutido entre todos aqueles que convivem com as crianças. É importante criar um método que ajude no processo educacional dos filhos.

Agir organizadamente traz mais harmonia para dentro dos lares, além de gerar a gostosa sensação de se estar cumprindo a vital missão: educar o filho para uma vida mais plena.

Os últimos tempos têm dado amostras de resultados desastrosos de uma educação com baixos limites em sua estrutura, além da bola-de-neve dos relacionamentos ruins que são desenvolvidos. Contudo, a natureza é especial, e as possibilidades favoráveis são ilimitadas. Para aqueles que despertam com nova esperança em seus corações, encontrarão força para fazer a diferença, de seu jeito particular, próprio de cada família.

Veja a seguir alguns pontos-chave no processo de educação dos filhos. Eles determinam o grau de êxito em cada caso:

1. EDUCAÇÃO: A tarefa da Educação requer paciência, perseverança, firmeza, dedicação, compreensão.

2. ACORDO: Todos os cuidadores precisam conhecer e estar de acordo, e agir em parceria. Assim, a força estará concentrada na união e na aprovação sobre a forma de se educar, em comum acordo. A criança percebe o conjunto coerente.

3. OBJETIVOS: Estas tarefas de Educação visam a educar a criança e, consequentemente, trazem mais harmonia para o lar. Todos devem ter conhecimento acerca do que se pretende com a educação.

4. CONHECIMENTO: A criança, a partir de 2 anos de idade aproximadamente, testará e contestará os pais, utilizando-se da famosa birra (choro, esperneação etc) como instrumento para esta finalidade “Quem não chora, não mama”.

5. PACIÊNCIA: Sem a paciência desistimos de nossos projetos, com ela, nos alimentamos diariamente, dando forças para a firmeza.

6. FIRMEZA: Manter a prática firme da educação e criar o seu hábito levam a consistência e a segurança da criança. Lembre-se que o tempo gera o hábito. O hábito gera economia.

7. PERSEVERANÇA: Diariamente é que se constrói a educação, portanto, a sua manutenção persistente é fundamental. A perseverança permite um resultado bem melhor.

Vale lembrar a questão humana presente na vida familiar: o quanto se está envolvido com os filhos e as influências causadas nos pais em virtude de seus comportamentos. Ou seja, tolera-se ou não certos comportamentos infantis de acordo com algumas experiências passadas dos pais, tais como o choro, as dificuldades etc. Os pais podem estar”cegos” mediante certos comportamentos dos filhos. A história de vida é singular. Cada um tem a sua, inclusive a criança. Misturar as estações só dificultará o processo educacional, e de convivência. Não é tarefa fácil, todavia vale a pena.

Outra questão é o sentimento de culpa comum nos pais, em virtude do pouco tempo que passam juntos com os seus filhos, pelo baixo ânimo e paciência que oferecem após um dia de exaustivo trabalho, além do acúmulo de noites mal dormidas. No entanto, a culpa apenas dificulta a educação, diminuindo as chances de se praticar o que é necessário. Os pais acabam invertendo as prioridades, dão o que não deve, a exemplo dos presentes. Não compre os filhos com coisas, compartilhe educação.

Algumas regras colaboram no processo da educação infantil:

1. Estar disposto a certos sacrifícios.

2. Manter comunicação constante. As conversas fazem parte da educação.

3. Não atender as birras, mas aos pedidos.

4. Expor à criança que só será atendida se pedir em tom de voz normal.

5. Evite usar os personagens de televisão para amedrontar ou punir os filhos, faz mais sentido alegar que são os pais ou cuidadores que estão educando.

6. Não voltar atrás.

7. Oferecer algum tempo diário para se dedicar aos filhos, carinho, brincadeiras, etc.

8. Evite a contradição entre o que é dito pelos pais. A criança se sente confusa e dividida.

9. Os pais são o modelo a ser seguido. Pense que tipo de modelo é o seu.

10. Não acredite que o tempo, por si só, dará jeito na situação. Não haveria sentido em existir a educação.

O pedido de socorro emitido pelos pais é compreensível, porém, a criança também grita por ajuda. A birra é uma forma de saciar os prazeres infantis, entretanto, quando atendida, ela agrada e ao mesmo tempo gera um mal estar na criança, que precisa de educação. Quando nos sentimos sem apoio (limites), a angústia é a sensação que expressa tais circunstâncias. O sacrifício de manter a educação é a luta diária que cabe aos pais, e que tem como recompensa a boa formação.

Quanto mais mestres em aplicarmos os limites, maior será a cooperação que receberemos do nosso filho e menor será a necessidade de aplicar as disciplinas desagradáveis para que se cumpram. O resultado é uma atmosfera caseira mais agradável para os pais e filhos.

A Mammy to be têm esse atendimento personalizado, que ajudará você a refletir sobre a educação do seu filho, ajudando a melhorar a dinâmica da sua família.

A duração de cada atendimento é de 1 hora. Agende uma consulta de avaliação GRATUITAMENTE.

Imagem: cinderellaws.tumblr.com

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